domingo, 16 de maio de 2010

VAMOS RE-ESCREVER A LEI ÁUREA












































No dia 13 de Maio de 1888, especificamente no Brasil, comemorou-se uma das liberdades mais indesejadas por senhores de engenho, a libertação dos escravos, aliás, de todos os seus escravos. Olhando pra trás, podemos notar que essa Liberdade não passa hoje de mera indagação, não estamos vivendo numa mesma escravidão? Apenas com um leve diferencial, ganhamos uma recompensa indigna, o chamado salário, injusto para uns e justo para outros que se sentem suficientemente num poder de desigualar os direitos. A dona Isabel até teve uma idéia digna e honesta, por libertar pessoas tão sofridas e injustiçadas, no entanto quem nos libertará hoje da escravidão que vivem brancos, negros, pardos, amarelos, mestiços, índios, mulatos, caboclos e tantos outros? Bom, a dona da autorização já não existe mais, não terá como deliberar outra...Infelizmente!


Mas, como toda lei precisa de uma burocracia, a Lei Áurea não ficou longe disso, segundo relatos históricos “O projeto de lei que extinguia a escravidão no Brasil foi apresentado à Câmara Geral, hoje Câmara dos Deputados, pelo ministro da época, Rodrigo Augusto da Silva, no dia 8 de Maio de 1888. Foi votado e aprovado nos dias 9 e 10 de maio de 1888, na mesma Câmara. A Lei Áurea foi apresentada formalmente ao Senado Imperial pelo ministro Rodrigo A. da Silva no dia 11 de Maio. Foi debatida nas sessões dos dias 11, 12 e 13 de maio. Foi votada e aprovada, em primeira votação no dia 12 de maio. Foi votada e aprovada em definitivo, um pouco antes das treze horas, no dia 13 de maio de 1888, e, no mesmo dia, levado à sanção da Princesa Regente, a Dona isabel.


É...e a história se repete no Senado da atualidade, mas infelizmente ninguém vota para uma sansão definitiva por direitos de salários dignos e igualitários, deixando a perjures, senhores do senado a usurpar-se do descaso. ABAIXO A ESCRAVIDÃO NO BRASIL!!!


Mid!

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